POMERÂNIA

Corinna e Jochem (Corinna é da família Pomerana dos Turow. Está família provém da cidade de Stettin), possuem um restaurante na Akademie Centrum Ostsee Pommern na cidade de Lübeck (Alemanha). Em uma das paredes do restaurante há uma homenagem aos pomeranos que é esse Mapa da Pomerânia. Mapa quer retrata a Pomerânia em 1800, com alguns escudos das famílias nobres e castelos dos príncipes feudais.

Foto de uma das ruas principais da cidade de Regenwalde (Resko). Nessa rua morava a Família Roloff que vieram para o Rio Grande do Sul, Brasil. Atrás dessa construção passa o rio Rega.

Muitos descendentes pomeranos do Espírito Santo desconhecem que os seus antepassados, vieram da região pomerana de Regenwalde, ás margens do rio Rega. Hoje esta cidade pertence á Polônia, com o nome de Resko. Em 1850, quando do período da imigração para o Brasil e América do Norte, Regenwalde tinha uma população aproximada de 5.650 habitantes. Com a imigração, em pouco tempo, o povoado de Regenwalde contava com apenas 2.236 moradores. No ano de 1850 Regenwalde era cidade município (Kreis) e tinha sob seu comando 130 povoados e aldeias e 3 cidades maiores como do seu porte.

A antiga cidade de Regenwalde (hoje Resko) de onde partiram em 1856 muitas famílias pomeranas para a região de Santa Leopoldina/ES. Vista áerea. Foto gentilmente cedida pela Centrum Kultury v Resko. Pouquíssimas casas antigas e construções de prédios do antigo regime comunista, implantado depois da Segunda Guerra Mundial, constratam da antiga arquitetura pomerana bem antes da Segunda Guerra Mundial.

Maldewin hoje com o nome de Moldawin, fica a 16 km de Regenwalde (Resko). Quando os imigrantes pomeranos saíram daqui tinha uma população de 2.625 habitantes e hoje a população é de 100 habitantes poloneses. Não há mais nenhum morador pomerano. Povoado tipicamente polonês.

Em Maldewin pequeno distrito de Regenwalde, o cemitério dos pomeranos está completamente abandonado e sob a mata fechada de pinheiros altos. Fizemos questão de visitar. Nosso guia polonês gentilmente nos acompanhou. Ao abaixarmos para tirar esta fotografia e levantar a lápide, nosso guia logo disse no pouco alemão que sabia:

”...José, deixe a lápide aí deitada no chão. Ela não é sua, nem dos poloneses. Ela é dos pomeranos, mas eles nunca mais voltaram aqui. Foram embora e outros morreram...” Deu vontade de chorar.... A lápide era de Erna Klasenapp, nascida Arndt de Maldewin, em 28.06.1904.

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by José Carlos Heinemann

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